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Rastros e Milongas
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alguns rastros e milongas
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Meu verso não tem costeio mas tem alma de Tahã
Cor de cinza e picumã que se perde céu acima
Troca de pluma reanima faz ninho empeça postura
Chocando alma e lonjura pra descascar uma rima (...)
- luiz marenco -
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devires
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zebelmiro
wrote on Apr 18, '11
Sr. guarda, se eu tivesse te perguntado ONTEM qual é a porta da liberdade, quel você me indicaria HOJE?
Christian B. Moura
Itaúna MG
vicamf
wrote on Jan 27, '10
amigo espero que esteja tudo bem contigo,
passando para um abraço afetuoso
delis
wrote on Dec 26, '09
delis
wrote on Mar 22, '09
HAPPY SPRING!~
heinzkieh
wrote on Jan 1, '09
haPpy new Year!
hapPY birThday!
cheers
isabelrosere
wrote on Nov 17, '07
Quantos são os mistérios da escrita
No seio da imensidão
Do nosso universo linguístico…
As pausas
Os silêncios…
Sempre as palavras…
Que nos comovem
Ou nos fazem explodir…
Sentimos o enigma do Mundo
Na sua “dis-persão” e “re-união”…
Uma inquietante estranheza inicial
Coloca-nos na face de todos os mistérios
Insondáveis
Da Natureza
E do Homem…
Ficamos atónitos
O silêncio regressa
Apesar de toda a prosologia…
Iniciamos a próxima viagem
Mais uma
Em todo o nosso peregrinar
Tão genuíno
Como o canto dos pássaros…
A todo o instante
Fazem escutar
Os seus hinos
De celebração da Terra
Que sempre acolhe os nossos passos
Tão pesados quanto a massa do Mundo…
Caminhamos para uma nova era…
Nunca sabemos
Para onde correm os rios…
Os rios do “obscuro” de Éfeso
Que nos doou essa maravilhosa metáfora
Da sucessiva transformação
De todas as coisas
Sempre outras
Sempre outras…
Sempre as mesmas…
Sempre as mesmas…
Num eterno retorno
Marcado pelos traços
Da esmagadora infinitude…
Isabel Rosete
27/02/2007
13/11/07
isabelrosere
wrote on Nov 17, '07
UM ESPAÇO MUITO INTELIGENTE, CRIATIVO, BELO E HARMONIOSO.AQUI BRILHA UM ESPÍRITO CULTURAL...
devires
devires
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